segunda-feira, 26 de março de 2012

Aviso aos participantes com comunicação

O prazo para envio do trabalho completo foi prorrogado para o dia 7 de abril (para os participantes que receberam a carta de aceite).

Aproveitamos para informar que a lista com algumas opções de hospedagem será publicada em breve.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Normas para comunicação e formatação do texto completo a ser publicado nos Anais

Para fazer download do arquivo clique aqui

Para comunicação

1. O limite de tempo para a exposição de cada trabalho será de 20 (vinte) minutos, independente de haver mais de um autor do trabalho.
2. As seções serão compostas por três comunicações, havendo ao fim de cada seção a reserva de vinte minutos para debates.
3. Apenas terão certificado conferido os autores que estiverem presentes na seção. Isso se aplica também aos trabalhos com mais de um autor.
4. Todas as salas contarão com data show.

Para o texto completo a ser publicado nos anais


1. O texto deve ser encaminhado ao email cael.uea@gmail.com, com cópia para allisonleao@yahoo.com.br, até o dia 31 de março de 2012.
2. A correção gramatical e ortográfica é de inteira responsabilidade dos autores dos trabalhos.
3. As línguas em que serão aceitos os trabalhos são Português e Espanhol.
4. O texto deverá estar salvo em Word.
5. A fonte deverá ser Garamond, corpo 12.
6. O espaçamento entre linhas e parágrafos deverá ser simples. A exceção é a que se segue.
7. Entre partes do texto (seções) e entre texto e exemplos, citações, tabelas, ilustrações etc., deverá ser dado intervalo de uma linha.
8. Para citações com mais de três linhas, adentrar o texto em 4 cm. e utilizar fonte Garamond, corpo 10.
9. O corpo do texto deverá estar em modo justificado.
10. O formato do página deverá ser A4.
11. As margens deverão ser: 3 cm. à esquerda; 2 cm. à direita; 3 cm. na margem superior; e 2 cm. na
margem inferior.
12. O limite máximo de páginas por trabalho será 6 (seis), já incluídas as referências e as notas.
13. As notas deverão ser de fim de texto, e deverão ser inseridas duas linhas após o último item das referências bibliográficas. Sua fonte deve ser igualmente Garamond, corpo 10.
14. Os anexos, quando houver, deverão vir duas linhas após as notas.
15. Para citações com menos de três linhas, deverão ser usadas aspas no próprio corpo do texto.
16. O texto deverá ser apresentado na seguinte sequência: título do trabalho, nome(s) do(s) autor(es), resumo na língua do artigo e em alemão, francês, espanhol ou inglês, palavras-chave em português e na outra língua do resumo apresentado, texto, referências, notas e anexos.
17. O título e subtítulo (quando for o caso) do trabalho deverão estar em caixa alta e centralizados na primeira linha da primeira página, com fonte Garamond, corpo 12, em negrito.
18. O nome do autor deverá ser escrito na ordem direta, na segunda linha abaixo do título, com alinhamento à direita, seguido da sigla da instituição de origem entre parênteses. Letras maiúsculas deverão ser utilizadas apenas para as iniciais e para o sobrenome principal.
19. Deverá ser feita uma chamada de nota, na qual se escreverão as referências profissionais do autor, atentando-se para escrever por extenso o nome da instituição de origem.
20. Os resumos deverão ser antecedidos pela expressão RESUMO (ou RESUMEN, para os trabalhos em espanhol) em maiúsculas, seguida de dois pontos, na segunda linha abaixo do nome do autor e sem adentramento. O texto dos resumos seguirá na mesma linha e deverá ficar entre 100 e 200 palavras. Deverá ser digitado em fonte Garamond, corpo 10.
21. As palavras-chave devem ser antecedidas pela expressão PALAVRAS-CHAVE (ou PALABRAS CLAVES, para os trabalhos em espanhol) em maiúsculas, seguida de dois pontos, na segunda linha abaixo do resumo e duas linhas acima do início do texto. Utilizar entre três e cinco palavras-chave, todas apenas com a letra inicial maiúscula, em fonte Garamond, tamanho 10, separadas por ponto e vírgula.
22. Os títulos de seções (quando houver) deverão ser digitados em fonte Garamond, corpo 12, em negrito. O título da introdução (quando houver) deverá ser redigido na segunda linha após as palavras-chave. Os demais títulos, duas linhas após o último parágrafo da seção anterior. Os títulos de seções serão numerados por algarismos arábicos seguidos de ponto (ex.: 1. Introdução, 2. Fundamentação teórica). Apenas a primeira letra de cada subtítulo deverá ser maiúscula.
23. A primeira linha de cada parágrafo do texto deverá ter adentramento em 1,5 cm.
24. As citações no texto deverão ser referenciadas na sequência autor/data/página. Ex.: (SILVA, 2005, p. 36).
25. Citações no meio do texto sempre deverão vir entre aspas e nunca em itálico. Usar-se-á itálico para indicar ênfase ou para grafar termos em língua diversa daquela em que se esteja escrevendo o texto.
26. As referências deverão ser antecedidas do termo Referências, em negrito, duas linhas após o fim do texto. A primeira referência deverá ser redigida na segunda linha abaixo dessa expressão. As referências devem seguir a norma da ABNT vigente.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Minicursos

Já está disponível a ementa do minicurso Memória de Oralidade na Amazônia: http://poeticasdoimaginario.blogspot.com/2012/01/minicurso-memoria-e-oralidade-na.html

Para download da ementa:

http://www.4shared.com/file/zDS_qZ-J/Josebel.html

Links

Novo link para download das ementas dos minicursos: http://www.4shared.com/file/IKNc0MWC/minicursos.html

Novo link para download da ficha de inscrição: http://www.4shared.com/office/FNbNDXjh/Ficha_de_inscrio.html

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Minicursos

Já estão disponíveis as ementas dos minicursos do III Colóquio Poéticas do Imaginário. Basta clicar em um dos links abaixo para ter acesso à ementa do minicurso em questão.
Ressaltamos que na ficha de inscrição deve-se informar a escolha do minicurso e pedimos que atentem para as ementas que solicitam leitura prévia.

Minicurso A: Registro e análise de narrativas Orais: problemas e método
Minicurso B: Memória e oralidade na Amazônia
Minicurso C: O  Acre "rur-bano" no século XX: poderes, imaginários e discursos
Minicurso D: Memória intercultural no Relato de um certo oriente
Minicurso E: Haikai: de Matsuo Bashou a Luiz Bacellar
Minicurso F: Fractais do ser na lírica de Astrid Cabral
Minicurso G: Fronteras móviles e inestables en La  vorágine  de José Eustasio Rivera: notas acerca de la problemática de los géneros literários (leitura prévia)
Minicurso H: Ecos de Os Lusíadas na Amazônia: Muhuraida, de Henrique João Wilkens
Minicurso I: Leitura e comentário de Chove nos campos de Cachoeira, de Dalcídio Jurandir (leitura prévia)
Minicurso J: Panorama da Literatura Amazônica para a formação de um pensamento crítico

Minicurso: Panorama da Literatura Amazônica para a formação de um pensamento crítico.

Prof. Dr. Yurgel Pantoja 
 (Universidade Federal do Amapá)


Ementa: Qual representação se quer da Amazônia no contexto atual da construção de um pensamento crítico na região? A rigor, o nome “Amazônia” constitui-se recentemente, pois a designação desse imenso e riquíssimo território data de um discurso colonial que passou a formular as Capitanias do Maranhão e Grão-Pará (1621), Grão-Pará e Maranhão (1751) e Grão-Pará e Rio Negro (1772). Tais designações para aquilo que seria depois tida e havida como “Amazônia” ainda percorria o período republicano quando, à época do Regime Militar (1964-1984), a Amazônia passa então a ser reconhecida como esta região que absorve várias representações em diversos campos do conhecimento. No percurso literário amazônico, há vários exemplos de narrativas que se movem num espaço onde são encenadas lutas ferrenhas entre a barbárie concreta de uma geografia desconhecida e o homem moderno e civilizador. Nesse contexto, chamam a atenção algumas obras basilares na formação do conceito de espaço sobre a região, desde os primeiros cronistas, como o Frei Carvajal (séc. XVI) até os romances de Dalcídio Jurandir (séc. XX) e Milton Hatoum (sécs. XX-XXI), passando por obras emblemáticas, como o poema épico Muhuraida (H. J. Wilkens, séc. XVIII) e a prosa de Inglês de Souza (séc. XIX). Assim, a proposta deste minicurso é, ao apresentar um panorama da literatura de expressão amazônica, aplicar uma lógica de cunho crítico a essa produção a partir de alguns modelos de desenvolvimento que se impuseram sobre o espaço amazônico, tanto do ponto de vista estético-literário quanto do político-econônimo.

(Minicurso J)